ÓLEO DE COCO NA BATALHA CONTRA MICROORGANISMOS DO MAL.
Há mais de 60 anos a gordura saturada foi expulsa da alimentação por interesses econômicos, com
a desculpa de não ser saudável. A maioria da comunidade médica engoliu a história e, ainda hoje,
muitos continuam a recitar o velho texto de que esse tipo de gordura eleva colesterol, causa
doenças cardíacas, obesidade e até Alzheimer. Ficamos com os óleos hidrogenados e semihidrogenados, acreditando que iriam reduzir a obesidade e suas conseqüências, como diabetes e
doenças cardiovasculares. Bem, alguma coisa não funcionou porque esses problemas só têm
aumentado e já são tratados como epidemia.
Produto natural e de laboratório
O fato é que há gorduras saturadas naturais, como a de coco, enquanto outras são criadas por meio
da hidrogenação – processo que endurece o óleo, permitindo que alimentos processados resistam
mais tempo no mercado. Mas há gorduras saturadas “do bem” que jamais deveriam ser cortadas do
cardápio. A gordura natural de coco talvez seja a principal delas, pelos altos benefícios que
apresenta. Cerca de 50% da gordura de coco é ácido láurico, a maior concentração encontrada na
natureza. No corpo, ele se transforma e ajuda a destruir vírus, bactérias e protozoários. Sua
presença é importante no combate a HIV, herpes, influenza, bactérias patogênicas e protozoários
como Giardia lamblia, comum no intestino humano. O ácido caprílico, que também se encontra na
gordura de coco, aumenta o poder do ácido láurico contra os micróbios.
Ácidos graxos de fácil digestão
Os ácidos graxos da gordura de coco são de cadeia média (TCM). Essa gordura é a fonte mais rica
de TCM encontrada na natureza. Menores que os de cadeia longa dos óleos hidrogenados, seus
ácidos graxos não requerem enzimas especiais para serem digeridos. Passam pelas membranas
celulares sem sobrecarregar o sistema digestivo e vão direto para o fígado, onde se convertem em
energia em vez de se depositarem como gordura. Também estimulam o metabolismo, levando à
perda de peso.
Em defesa das boas causas Como os carboidratos, o óleo de coco é poderosa fonte de energia imediata, mas com uma
vantagem: não causa picos de insulina na corrente sanguínea e seus efeitos debilitantes. É
perfeito para diabéticos e pré-diabéticos, que se beneficiam com perda de peso, ganham
energia e controlam melhor a evolução da doença.
Óleo de coco ativa o metabolismo e a tireóide, facilitando a perda de peso e reduzindo os
depósitos de gordura. Excelente para atletas de qualquer nível, pois libera energia com
rapidez, melhorando a performance.
Gordura saturada natural não causa doenças cardiovasculares. Ao contrário: melhora as
funções plaquetárias, diminuindo o risco de tromboses. O perigo está na gordura
poliinsaturada de vegetais e óleos de sementes, que estimulam a formação de coágulos.
Funciona como anti-oxidante. Rebate os efeitos lesivos da radiação ultravioleta. Suaviza
rugas e deixa a pele macia.
Para saladas e alimentos frios, não há o que discutir: óleo de oliva extra-virgem. Não serve
para cozinhar, pois o aquecimento o torna suscetível a dano oxidativo. O único óleo estável
e resistente ao aquecimento é o de coco.
Use óleo de coco na cozinha. Se necessário, deve ser consumido em cápsulas, como
suplemento alimentar. É tudo de bom!
Nas águas da tranqüilidade
A água tratada que recebemos em casa não pode ser considerada pura. Os processos que
eliminam detritos e microorganismos deixam resíduos químicos indesejáveis, como
cloro, flúor, alumínio e cobre. Daí a importância de um filtro. Os de cartucho contêm
elementos filtrantes descartáveis que exigem trocas regulares. Os de reverso osmose são
os mais indicados, desde que se garantam assistência técnica permanente e revisões
periódicas. Atenção: não estoque água purificada. Sem cloro, ela só resiste por 20 h e
logo volta a ser um meio propício à proliferação de germes.
Queimação no estômago exige exame
Gastrite, inflamação estomacal, tem sintomas semelhantes aos de dispepsia, síndrome
do intestino irritável, refluxo gastroesofágico e úlcera. Para o diagnóstico certeiro, só
mesmo uma endoscopia. Contra a queimação da azia, antiácidos podem ter efeitos só paliativo. O importante mesmo é o tratamento, à base de antibióticos, já que a gastrite
pode evoluir para úlcera ou câncer. O agente mais comum da doença é a bactéria
Helicobacter pylori, presente em água contaminada. Previna-se com um bom filtro em
casa e com o uso diário do alho natural e de probióticos de boa qualidade.

Nenhum comentário:
Postar um comentário